Emagrecer com garcínia

A garcínia é um fruto que entrou no radar dos remédios fitoterápicos recentemente graças às supostas propriedades no combate ao excesso de peso. O uso da garcínia para emagrecer veio da observação dos povos que a consumiam em seu local de origem – Índia, Polinésia e Camboja, principalmente -, que suportavam longos períodos sem alimentação simplesmente por não sentirem fome após o consumo dos frutos da garcínia. Os estudos  sobre os princípios ativos da garcínia começaram para valer no início desse século e ainda não foram totalmente concluídos, mas há algumas propriedades que merecem consideração.

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A ação da garcínia no organismo

Os princípios ativos da garcínia são encontrados tanto no fruto, que obviamente é consumido in natura, quanto na casca, de onde é extraído o pó encontrado nas cápsulas por meio de processos industriais de desidratação. Veja quais são essas substâncias e quais são seus efeitos de acordo com os estudos já feitos.

  • A garcínia é rica em uma substância chamada de HCA, sigla em Inglês para ácido hidroxicitrico. Sem entrar no árido campo das explicações bioquímicas (até porquê eu também não as entendo), o HCA inibe a ação de uma enzima que produz a gordura que seria armazenada sob a pele, diminuindo assim o acúmulo de gordura fazendo com que ela seja mais rapidamente absorvida pelo organismo. Resumindo, a garcínia tem efeito termogênico sobre as reservas de gordura e sobre as gorduras que sequer se transformaram em reservas.
  • Essa queima mais eficaz de gordura e de suas reservas faz com que a garcínia tenha mais uma função de lambuja: ela ajuda a eliminar a vontade de comer doces e elimina as fomes fora de hora graças ao seu efeito no fígado, que converte os estoques de glicose em glicogênio, que é armazenado no fígado e promove sensação de saciedade mais prolongada.

 

 Emagrecer com garcínia

O uso da garcínia para emagrecer é comprovado?

As pesquisas são enfáticas: a garcínia tem realmente os efeitos termogênicos e saciantes acima descritos, mas estudos laboratoriais alertam:

  • O gasto calórico precisa ser aumentado para que os estoques de glicose sejam gastos mais rapidamente, ajudando a garcínia a queimá-las. É isso mesmo: é preciso fazer exercício.
  • A suplementação com garcínia só atingirá os efeitos desejados em conjunto com uma dieta balanceada e com baixos teores de gordura saturada.
  • A garcínia não pode ser consumida por crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças degenerativas. O consumo exagerado pode causar náuseas, vômitos e mal estar.

O extrato em pó da garcínia para emagrecer teve seu registro aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mas só pode ser prescrito com receita médica. Por isso, consulte seu médico e seu nutricionista sobre o uso da garcínia em um conjunto de atividades dietéticas multidisciplinares. E lembre-se: produtos naturais também possuem efeitos colaterais.

Este site site não é farmácia ou consultório médico. Não brinque com sua saúde. Não se automedique. Consulte seu médico, e não confie no que ler na Internet, nem mesmo neste site.

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