A panela certa para uma comida saudável

A panela na qual você prepara o seu alimento é tão importante quanto os nutrientes que você escolhe em sua dieta. Saiba escolher a panela ideal para cada caso.

20 de maio de 2014 • Por Mariana, em Alimentos, Assuntos Diversos


Do que adianta mudar hábitos alimentares e caprichar na dieta se a panela em que a comida é feita não ajudar?

Por mais que se vaticine que “panela velha é que faz comida boa”, é seguro dizer que isso não só é incorreto, como pode prejudicar o cozimento e incluir no alimento substâncias que podem vir a ser tóxicas em caso de acúmulo.

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Trocar ou não o jogo de panelas?

O ideal seria mudar com certa frequência as panelas usadas no dia a dia, principalmente se forem de alumínio. O metal costuma se deteriorar graças ao uso contínuo e ao contato com o inevitável calor e o sal.

Contudo, vivemos no Brasil e sabemos que não se pode simplesmente ignorar o fator econômico. Se puder fazer esse escambo sem prejuízos financeiros, saiba que tipos de panelas existem e procure ter utensílios de diversos materiais, para que cada um tenha função específica.


O que levar em consideração ao escolher a panela

Não se escapa de itens imateriais como beleza e design, mas além da capa é preciso analisar alguns fatores importantes sobre o tipo de cozimento e sua utilização correta.

  • Uma boa panela distribui o calor de forma uniforme, cozendo o alimento por igual e economizando tempo.
  • É preciso definir atribuições para cada panela. Por exemplo, se o utensílio foi escolhido para cozinhar a vapor, use-o apenas para esse fim. Assim, evita-se o desgaste provocado pelas mudanças tanto de temperatura quanto de ingredientes.
  • Use e abuse de panelas de fácil limpeza. Quanto menos detergente e produtos abrasivos forem usados, melhor.


Tipos de panelas

Alumínio – a mais popular e barata, sofreu por muito tempo com a suspeita de ser a causa de doenças degenerativas, como Parkinson e Alzheimer. Para que não se elimine resíduos do metal no alimento, basta não lavar com esponjas de aço e evitar cozer alimentos ácidos, como molhos de tomate, e doces.

Panela antiaderente – conquistou milhões de consumidores graças à facilidade de limpeza e à possibilidade de se usar pouco óleo ao se preparar alguns alimentos. O plástico que reveste esse tipo de panela não pode ser manuseado com utensílios de metal e nem limpos com esponjas de aço.

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Panela de barro – ainda muito usadas para o preparo de alimentos que exigem cozimento lento, como peixes. Absorvem facilmente os alimentos e por isso a higienização dessas panelas deve ser cuidadosa, já que nelas algumas bactérias podem se multiplicar. Lava-se com água quente, esponja e detergente neutro.

Panela de aço inoxidável – a preferida de cozinheiros por não liberar resíduos e por distribuir o calor por igual por todo o alimento. Apenas o sal pode deteriorar o aço inox com o tempo. Quem tem alergia a níquel deve evitar ter esse tipo de panela.

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Panela de pedra-sabão – essa é a escolha dos nutricionistas, pois além de não liberar resíduos de metais pesados, inclui diversos minerais aos alimentos, como cálcio e magnésio. Sua durabilidade é enorme e sua higienização deve ser feita apenas com água e detergente.

Panela de ferro – outro tipo que transfere minerais para o alimento, no caso o ferro que previne a anemia. Ao lavar, usar esponja macia, detergente e secar muito bem para evitar a ferrugem.

Panela de vidro – não libera nenhum resíduo, mas não é indicado para cozimentos que demandem uma certa pressa, pois o calor não é bem distribuído. Recomenda-se usar no preparo de sopas ou nas frituras por imersão, já que o óleo pode ser reutilizado por mais vezes graças à ausência de sobras que possam contaminar o alimento.

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