Alimentos que ajudam a emagrecer

Existe uma casta de alimentos que proporcionam, além de nutrição e sabor, auxílio à perda de peso. Saiba quais são esses nutrientes e a maneira de incluí-los em sua rotina sem traumas.

As incessantes promessas de emagrecimento que dietas, exercícios e alimentos fazem de tempos em tempos tornam-se cansativas e confusas. Afinal, em uma temporada o alimento “X” é benéfico, mas basta uma pesquisa de uma universidade para que se demonize o que era a salvação da lavoura.

Felizmente, existem alimentos que ajudam a emagrecer que são unanimidade entre a comunidade médica por serem exaustivamente pesquisadas. Esses alimentos possuem nutrientes e substâncias que são comprovadamente benéficos à saúde como um todo, e por isso mesmo ajudam a manter o organismo de quem os consome dentro do peso ideal.

Da mesma forma, alguns alimentos tem a capacidade de fazer com que a chamada gordura abdominal aumente. Os principais adversários são os de sempre: açúcares simples e gorduras saturadas e trans. Esses dois últimos causam inflamações no nosso organismo, e esse processo leva à produção excessiva de insulina, que além de causar o diabetes, aumenta o estoque de gordura no abdômen.

Antes, um alerta!

De nada adianta incluir esses alimentos em seu cardápio sem excluir os que engordam, como refrigerantes, frituras e embutidos, além de alimentos processados que contenham muito sódio e gordura trans.

Do mesmo modo, não há milagres. Comer algo que ajude a emagrecer e não se exercitar não adianta. É preciso manter uma rotina ativa e que queime mais calorias do que se consome.

Os nutrientes dos alimentos que ajudam a emagrecer

O grande “segredo” dos alimentos que ajudam a emagrecer é a presença de nutrientes que estimulam o metabolismo, dão um gás para hormônios enfraquecidos e limpam o sistema cardiovascular de radicais livres e gorduras que possam obstruir o trânsito do sangue. Veja as principais substâncias:

  • Carboidratos complexos.
  • Ácidos graxos Ômega-3.
  • Fibras solúveis e insolúveis.
  • Proteínas.
  • Vitaminas, sais minerais e antioxidantes.
  • Água.

Exemplos de alimentos que ajudam a emagrecer

  • Aveia: Rica em fibras, a aveia diminui as taxas de colesterol e mantém os níveis de açúcar no sangue estáveis, inibindo a ação da insulina. Por conta desses benefícios, ajuda a reduzir a gordura abdominal.
  • Canela: A especiaria também tem função termogênica e controla como poucos a vontade de comer doces, já que reduz os níveis de glicose (açúcar) no sangue.
  • Castanha do Pará: Como engordar também é um processo inflamatório, a castanha possui um nutriente anti-inflamatório eficientíssimo: o selênio. Sua gordura insaturada auxilia o sistema circulatório a não ficar entupido por combater o excesso de gordura.
  • Chá mate: Alguém já se perguntou porque os níveis de colesterol dos gaúchos é um dos menores do Brasil? O chimarrão, feito com erva-mate e água quente, ajuda a queimar (perdoem-me pela ligação involuntária) a gordura, além de acelerar a queima calórica graças à cafeína.
  • Chia: A semente que é a nova queridinha das dietas possui uma combinação muito interessante de nutrientes: fibras solúveis e gordura Ômega-3. Além da saciedade, ela promove perda de peso por inibir a gordura abdominal.
  • Chocolate amargo: O cacau é rico em teobromina, comprovadamente eficaz no combate às doenças cardíacas, além de ativar a serotonina, neurotransmissor responsável pelo prazer e saciedade. Quanto maior a quantidade de cacau, melhor. Mas atenção: consuma com moderação.
  • Frutas e legumes roxos: Contêm, em maior ou menor número, uma substância chamada antocianina, que entre os vários benefícios, combate o excesso de peso das células de gordura. Uvas, folhas roxas, berinjelas e as frutas do tipo berry são excelentes fontes.
  • Iogurte desnatado: Fonte de cálcio, sem a gordura da versão integral. Descobriu-se que o cálcio tem participação ativa no emagrecimento por ajudar as células de gordura a diminuir de tamanho, principalmente na região abdominal e em órgãos internos vitais, como o fígado.
  • Legumes: O segredo deles é o baixo índice glicêmico, que ajuda o pâncreas a não secretar mais insulina do que o necessário. Sabemos que esse hormônio em excesso causa o diabetes e acúmulo de gordura.
  • Linhaça: Outro alimento rico em fibras e gorduras boas, principalmente o Ômega 3, poderoso anti-inflamatório.
  • Pimentas: Quem consegue comê-las sem sofrer beneficia-se de sua ação termogênica oriunda da capsaicina, um dos mais eficientes na natureza; ou seja, pimentas ajudam o organismo a queimar calorias de forma mais rápida e eficiente (além de auxiliar na digestão). Especiarias como o gengibre e a canela proporcionam o mesmo efeito.
  • Proteínas magras: Peixes, principalmente os de água salgada e gelada, aves sem pele e albumina (a proteína da clara de ovo) têm função termogênica, ou seja, ajudam a queimar internamente as gorduras, principalmente as acumuladas nos músculos. Além disso, a proteína é um nutriente essencial para o metabolismo.
  • Sardinha: Peixes de água salgada fria são ricos em Ômega-3. A sardinha é que melhor se enquadra aqui no Brasil, tanto pelo preço quanto pelas regiões em que ela é pescada, geralmente e,m correntes marítimas mais frias. A gordura do bem estimula o hipotálamo, região do cérebro que controla a saciedade, além de auxiliar na eliminação dos depósitos de gordura nos vasos sanguíneos.
  • Quinua (ou quinoa): Cereal que tem se tornado a estrela de diversas dietas, tem altas doses de proteína, rivalizando com o nosso feijão, e fibras solúveis que ajudam a eliminar o excesso de colesterol e ajudam a sensação de saciedade.
  • Verduras: Ricas em vitaminas indispensáveis ao organismo e fonte barata e confiável de fibras, também ajudam a manter a saciedade e são ótimas para o bom funcionamento do trato intestinal.

A combinação dos alimentos acima mencionados dependerá de diversos fatores:

  • Seu gosto pessoal, que é o mais importante no frigir dos ovos;
  • A disponibilidade dos ingredientes;
  • As prováveis reações alérgicas a alguns alimentos;
  • As necessidades nutricionais de cada um , determinadas por um médico.

A inclusão de alguns desses alimentos nas principais refeições pode ser feita de forma gradativa. Peça sugestões ao seu nutricionista, que conhece muitos outros nutrientes importantes e irá elaborar um cardápio ideal às suas necessidades.

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