Dieta da Fertilidade

Alimentação e gravidez são indissociáveis, mas a universidade de Harvard conseguiu quantificar essa relação de forma científica, desenvolvendo o que se convencionou chamar de Dieta da Fertilidade.

31 de agosto de 2014 • Por Mariana, em Dicas e Dietas


Existe ligação entre a alimentação e o desejo de engravidar? Segundo um estudo feito pela Universidade de Harvard, que capitaneou uma investigação científica chamada de Dieta da Fertilidade, o que uma mulher come pode ajudar a determinar o sucesso ou o fracasso em ter um filho.

Estudos paralelos feitos por instituições de renome pelo mundo enumeraram alguns hábitos alimentares que ajudam mulheres a aumentar as chances de engravidar.

O que a Dieta da Fertilidade descobriu

Acompanhando por oito anos mais de 18 mil mulheres em diversos hospitais estadunidenses, pesquisadores de Harvard, que antes estudavam dietas para evitar problemas coronários e câncer em mulheres jovens (18 a 30 anos), descobriram que os níveis de insulina influenciam direta e drasticamente os níveis de um hormônio chamado globulina, que atua diretamente nos hormônios sexuais, fazendo com que eles tenham picos e decréscimos muito rápidos e intensos.

Estas oscilações aumentam o nível dos andrógenos, hormônios masculinos (e antes que vocês estranhem, vou recorrer às minhas aulas de Biologia: homens possuem estrógenos, hormônios femininos, e mulheres, andrógenos, em pequena quantidade graças à carga genética. O que determina o gênero de um ser humano, entre outros fatores, é a quantidade de hormônios), que interrompem a fecundação.

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Qual é a Dieta da Fertilidade?

Graças a essa descoberta, várias dicas nutricionais foram adicionadas às dietas já instituídas, fazendo com que a Dieta da Fertilidade seja composta de um apanhado de atitudes que não ficam restritas apenas à alimentação.

  • Mulheres que desejam engravidar devem aumentar o consumo de alimentos com baixo índice glicêmico aqueles em que o açúcar demora mais para entrar na corrente sanguínea. Consulte um nutricionista.
  • NÃO FUME.
  • Não elimine a gordura do cardápio. Ao contrário da crença popular, que liga o consumo de gorduras aos enjoos, a gordura ajuda na produção dos hormônios sexuais FSH e LH e também ajuda na absorção das importantíssimas vitaminas A, D, E e K, pois elas são lipossolúveis (só se dissolvem na gordura).
  • Consuma ácido fólico. Quem pensa em engravidar deve aumentar o consumo de verduras verde-escuras, frutos e também deve tomar, seguindo recomendações médicas, suplementos de ácido fólico. A falta deste nutriente pode causar deficiências físicas no bebê, principalmente as ligadas ao fechamento do tubo neural. Procure seu ginecologista e informe-se.
  • NÃO CONSUMA BEBIDAS ALCOÓLICAS. Principalmente aquela bobagem de “Caracu com ovo para deixar o leite mais forte”!
  • Diminua ou elimine o consumo de enlatados, café, adoçantes e embutidos. Não consuma nada cru, pois certas bactérias presentes nestes alimentos podem prejudicar o feto.
  • Capriche no consumo das vitaminas, seja por meio de uma alimentação saudável, seja por meio de suplementos vitamínicos.

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