Dieta do Coco

Conheça o óleo de coco e o que há de verdade em seu uso em uma dieta saudável.

30 de novembro de 2013 • Por Mariana, em Destaques, Dicas e Dietas


Em meados de 2004, foi lançada a base do que hoje é chamada de Dieta do Coco. Na verdade, não se trata de um cardápio baseado no fruto coco e suas possíveis variações, mas sim dos supostos poderes “milagrosos” do óleo extravirgem de coco na perda de peso.

Como a palavra “milagroso” me provoca urticárias, resolvi pesquisar o que existe de real (como um amigo costuma dizer, “milagres, só no segundo andar, senhor”) na tal Dieta do Coco para que ninguém se iluda como eu com promessas vindas de dietas milagrosas.


Mas antes, a palavra coco

De acordo com a gramática normativa da Língua Portuguesa, a palavra coco não é acentuada, por ser paroxítona e não terminar com l, x, r, n e ps.

Existem outras palavras paroxítonas que são acentuadas, mas esse blog não é sobre gramática; digo isso para que você, leitora amiga escreva Dieta do Coco e não Dieta do Côco, ok?


O que a Dieta do Coco prega

O grande pulo do gato aqui é a simples inclusão do óleo de coco extravirgem ou virgem em um cardápio balanceado, com baixo teor de carboidratos e gorduras saturadas.

Pesquisas feitas em universidades estadunidenses durante anos chegaram a conclusões interessantes sobre a Dieta do Coco.

  • O óleo de coco virgem (e só essa variedade; a versão refinada perde todos os benefícios que serão listados aqui) possui uma poderosa ação bactericida e fungicida, capaz de combater os fungos causadores da clamídia, por exemplo.
  • Apesar de ser um eficiente bactericida, o óleo de coco não reage contra a flora intestinal. Ao invés de eliminá-la, o óleo a fortalece, ajudando na digestão.
  • O óleo de coco inibe a produção de insulina, por isso ajuda no combate ao diabetes.
  • Os níveis do chamado colesterol bom (HDL) aumentam com o consumo do óleo de coco.
  • O chamado índice glicêmico diminui quando se adiciona óleo de coco ao cardápio.


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Mas a Dieta do Coco emagrece?

De acordo com essas pesquisas, o óleo de coco é mais facilmente metabolizado pelo fígado, transformando-se em energia mais rapidamente, sem acúmulos desnecessários como as demais gorduras.

Além disso, ele aparentemente queima a gordura excedente do corpo por ser rica em ácido láurico, substância presente no leite materno e que é a primeira “linha de defesa” que nosso corpo recebe quando ainda somos bebês.

O ácido láurico presente no óleo de coco virgem tem como principal característica a capacidade de acelerar o nosso metabolismo, queimando calorias com maior eficiência.

Num famoso experimento  feito na Universidade de Columbia (EUA), voluntários que comeram bolinhos feitos com óleo de coco eliminaram a chamada gordura visceral e perderam peso sete vezes mais rápido do que em outras dietas ministradas na pesquisa.

É claro que o “milagre” está condicionado a uma mudança nos hábitos alimentares e em uma rotina de exercícios físicos (ou pelo menos a fuga do sedentarismo). Ou seja, é possível emagrecer com a Dieta do Coco, desde que você também faça sua parte.

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