Dieta para Emagrecer sem privar-se da Sobremesa

11 de março de 2016 • Por Mariana, em Destaques, Dicas e Dietas


Quando decidi (de verdade) que iria fazer dieta, o primeiro pensamento “triste” que me ocorreu foi que eu teria de abrir mão da sobremesa, que até então era o momento mais prazeroso de cada refeição. Entretanto, o tempo mostra que este medo é infundado, e que com imaginação e boa vontade é possível superar esta restrição de maneira até bem satisfatórias.

Sobremesa: Questão de compensação

É fato que muitas pessoas são viciada em açúcar, assim como muitas são viciadas em bebidas alcoólicas, em tabaco, em compras, em sexo, ou em tantas outras variações.

Mais importante que o aspecto químico que as substâncias como o açúcar (ou outras que causem dependência) implicam no organismo, está a questão da compensação imediata, do prazer como mecanismo de compensação de outras lacunas.

Ninguém em sã consciência vai negar a sensação de prazer que se sente quando se come um doce bem elaborado, principalmente se além de gostoso ele for bonito, colorido, bem apresentado.

É importante ter critérios racionais para as exceções

Exceto em casos mais graves de saúde, não precisamos nos privar totalmente do açúcar. Ou melhor dizendo, do prazer que uma sobremesa doce proporciona.

Para quem cozinha em casa, por exemplo, existem adoçantes culinários que têm a mesma densidade e textura do açúcar, porém não são calóricos.

Há ainda opções como as sobremesas industrializadas diet, zero açúcar, ou como chamem (que não é o mesmo que light, saiba mais lendo este texto: Diet, Light e Zero: quais as diferenças).

Uma vez por mês pode

Tenho um critério pessoal que funciona bem, pode ser que funcione para outras pessoas também.

Elejo um dia do mês para quebrar a dieta totalmente. Nesse dia (que na verdade é uma única refeição fora dos padrões) eu me permito comer massas, ou sobremesa (nunca os dois juntos).

Normalmente é na noite do dia em que fui ao médico (vou todos os meses, faço acompanhamento rígido). Aí escolho se vou comer pizza, macarrão (nesses oito meses de dieta não comi macarrão mais nenhuma vez), ou sobremesa.

Pode parecer que uma vez por mês é pouco, mas na verdade não é. Explico.

Primeiro, que com a reeducação alimentar que estes meses todos de dieta vêm proporcionando, eu não consigo mais comer tanto quanto comia antes. Se no rodízio de pizza eu comia de 20 a 30 fatias, hoje como quatro, cinco exagerando muito, a ponto de sair passando mal do restaurante.

Segundo, que com a redução de peso tenho muito mais ânimo para trabalhar, e com isso dobrei ou tripliquei o volume de atividades diárias. Não sobra tempo para pensar que eu deveria ter mais exceções alimentares no mês, pois tudo acaba resumindo-se em administrar a ansiedade do dia, e não mais do mês inteiro.

Gelatina, a tábua de salvação

Diet pode, é liberado.

Nas primeiras semanas de dieta, minha salvação foi a gelatina diet. Batia aquele desespero por um doce, e lá ia eu para a geladeira atacar um pote de gelatina diet, estufar o estômago e acalmar o desejo por doces.

Além de proporcionar saciedade, a gelatina diet tem pelo menos mais duas vantagens: faculta que a gente ingira água (porque basicamente a gelatina é feita de água mesmo), e hidratação é fundamental para fazer dieta direito; e graças ao colágeno presente na gelatina, ela proporciona rejuvenescimento e ajuda a diminuir a flacidez da pele espichada pelo excesso de gordura que vai embora.

Mas atenção: não adianta comer gelatina e não fazer atividade física esperando que o corpo fique sarado por milagre, que isso não existe!

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