Dietas moderadamente hipocalóricas

É possível reduzir as calorias das refeições sem que a saúde fique comprometida e evitando-se a sensação de fome que pode nos acometer? Descubra nesse texto.

08 de novembro de 2014 • Por Mariana, em Dicas e Dietas


Médicos e nutricionistas pregam fervorosamente o consumo habitual de dietas moderadamente hipocalóricas por ser a maneira mais segura e eficaz a longo prazo para eliminar o peso excedente e manter o peso ideal.

Contudo, sabemos que essa é uma batalha inglória e desleal, graças principalmente à grande quantidade de pessoas com grande exposição midiática que conseguem emagrecer literalmente do dia para a noite.

Nossa sorte é que os argumentos a favor das dietas moderadamente hipocalóricas são significativos e são os únicos que podem garantir não só a perda de peso, mas a inclusão de qualidade de vida sem sacrifícios e ataques de ansiedade.


O primeiro passo

A primeira atitude de um nutricionista é estudar os hábitos alimentares da paciente através de uma anamnese cuidadosa.

Tendo como base a farta culinária de nosso país, sugere-se um cardápio em que o importante é manter a sensação e saciedade eliminando uma quantidade de calorias expressiva.

Esse quase “milagre” é alcançado graças às substituições nas principais refeições, principalmente de carboidratos e fontes de proteína ricas em gordura saturada.


Quantas calorias deve-se reduzir?

O cardápio das dietas moderadamente hipocalóricas sugerem uma redução de até 500 calorias diárias de forma controlada e sem grandes picos de fome que podem levar o metabolismo a despertar a secreção dos hormônios ligados ao estresse à ansiedade – adrenalina e cortisol.

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Para combater a invasão desses hormônios, pede-se a inclusão de exercícios físicos, que além de queimar calorias excedentes, também faz com que o corpo produza os hormônios do bem estar, como a dopamina e a endorfina, aliados naturais da perda de peso e da eliminação da ansiedade.


Cuidado com a zona de conforto!

Após a implementação da dieta, é preciso fazer o corpo entrar na “janela de acomodação”, na qual a perda das calorias seja considerada algo natural pelo seu metabolismo.

Um més após atingir essa zona de conforto, é hora de aumentar a carga dos exercícios e diminuir mais uma quantidade de calorias, dessa vez em menor quantidade. O novo objetivo é manter o peso e eliminar eventuais acúmulos, fazendo com que o corpo “acostume-se” a queimar calorias.

As dietas moderadamente hipocalóricas possuem um grau de sucesso e satisfação bem maiores do que as receitas rápidas e com aura milagrosa, mas a força de vontade e determinação de quem se submete à reeducação alimentar precisa estar presente.

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