Dietas para reeducação alimentar

A reeducação alimentar é bem mais fácil e intuitiva do que se imagina e algumas dicas foram ensinadas na escola, embora não tenhamos prestado atenção. Relembre, ou conheça, dicas usando o princípio da pirâmide alimentar.

21 de outubro de 2014 • Por Mariana, em Dicas e Dietas


Sermos o que comemos é uma daquelas maldições que carregamos desde a infância. Se hoje em dia algumas famílias têm meios de se informar como praticar a reeducação alimentar, antes tudo o que importava era “manter o bucho cheio” sem os critérios tão incensados atualmente.

Graças à atitude de colocar qualquer comida no organismo sem saber quais os efeitos que ele pode causar, é muito difícil privar-se de muitos pratos simplesmente porque “isso vai fazer bem” (e sei MUITO BEM do que falo).

Mostrar que dietas para reeducação alimentar podem ser gostosas e nutritivas é o nobre papel dos nutricionistas de hoje em dia, mas a força de vontade de cada uma de nós é essencial.


Educação e reeducação alimentar: os porquês

A base estava nas aulas de Ciências que todas nós achávamos chatas (ok, estou generalizando, mas preciso ser concisa!). Alguém se lembra de olhar com atenção  a pirâmide alimentar? Pois se alguém tiver livros da época de estudante, sugiro que procure. Embora um pouco defasada, veja a divisão dos alimentos de acordo com suas funções:

  • Energéticos;
  • Reguladores;
  • Construtores.

De lá para cá, houve acréscimos e um refinamento das informações, mas esses três tópicos abrangem os alimentos essenciais ao metabolismo, juntamente com as porções corretas de cada grupo alimentar.

Acredite, se tivéssemos prestado mais atenção à pirâmide alimentar, provavelmente não seríamos reféns dos lanches rápidos, frituras, doces em excesso e demais “vilões” das dietas para reeducação alimentar.

A reeducação alimentar prega, desde os seus primórdios, que não existem alimentos ruins, mas sim porções inadequadas de alimentos. A desculpa da pressa do mundo moderno fez com que desprezássemos o excesso de gorduras e açúcares ingeridos nos pratos fast-food comidos apressadamente na rua, para depois demonizá-los em dietas malucas.

carregando…

Nas dietas para reeducação alimentar feitas de maneira séria, todos os alimentos têm seu espaço garantido na alimentação, só que nas porções que devem ser ingeridas.


Quais as dietas indicadas?

Mais uma vez digo: por mais tentador que seja indicar cardápios pretensamente saudáveis, quem pode determinar as dietas para reeducação alimentar ideais ao seu metabolismo é o seu médico. O que posso fazer é dar dicas sobre como começar a habituar seu corpo a comer o necessário, somente o necessário.

  • Obedeça as porções da pirâmide alimentar, dando ênfase aos carboidratos integrais e com baixo índice glicêmico, às proteínas estruturais magras e com baixo teor de gordura saturada e às gorduras ricas em HDL, a tão propalada gordura do bem.
  • Não se esqueça de tomar dois litros de água por dia.
  • Na hora de beber outros líquidos, prefira sucos de fruta naturais e integrais. Ou seja, pare de coar os sucos! Elimine de vez os refrigerante de sua vida, porque eles fornecem o que os nutricionistas chama de calorias vazias.
  •  Não se prive dos doces, mas não faça deles uma muleta psicológica. Determine os dias em que o chocolate e a torta da padaria farão parte do cardápio, e coma uma pequena porção sem culpa.
  • Esqueça de vez os lanches tipo fast-food e salgadinhos fritos. Existem opções rápidas saudáveis no mercado caso você não tenha tempo ou paciência em montar sua “marmita”.
  • Nunca pule o café da manhã. Jejuns prolongados antes do almoço potencializam a fome fora de hora, a principal porta de entrada para os excessos alimentares.
  • Inclua o fim da vida sedentária às dietas para reeducação alimentar. Ande, pedale, mexa-se.

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