Efeito platô: quando o corpo não quer mais emagrecer

Não há nada pior do que seu próprio organismo trabalhando contra você, e o efeito platô é o mais perfeito exemplo disso. Aprenda o que é e saiba como não cair na armadilha que ele deixa em sua vida.

01 de setembro de 2014 • Por Mariana, em Comportamento, Destaques


Nada é mais frustrante em uma dieta de emagrecimento do que o momento em que o corpo parece ter se acostumado com as porções hipocalóricas e não há mais perda de peso significante.

Os especialistas chamam essa fase de efeito platô, que é o momento em que, além do corpo já ter se acostumado com as micro-porções, há uma desaceleração metabólica, ou seja, o organismo não queima calorias com a mesma rapidez do início da dieta.

Efeito_platô


Como reconhecer o efeito platô

Quando o efeito platô se instala (apenas a título de curiosidade; platô, ou planalto, é a forma de relevo de superfícies elevadas com o topo relativamente nivelado), há um desânimo natural, seguido de atitudes radicais para que os níveis de emagrecimento voltem aos patamares iniciais.

A causa do desânimo é de ordem psicológica. Afinal. a dieta que parecia tão bem sucedida não surte mais o mesmo efeito.

Para que a ideia de derrota abandone sua mente, lembre-se da famosa zona de conforto metabólica, parente próxima do efeito platô.

Quem se exercita de uma única forma por muito tempo consecutivo acaba não obtendo os mesmo efeitos estéticos e físicos do início porque o organismo acostuma-se com a carga de atividade, antes considerada difícil ou trabalhosa.

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Por isso, profissionais de educação física sempre ficam atentos a isso e aumentam, de forma controlada e saudável, o ritmo dos movimentos.


Dicas para driblar o efeito platô

Quando ao efeito platô propriamente dito, cabe um aviso: não adianta aumentar a carga de exercícios ou diminuir ainda mais as porções porque o corpo que se reeducou para “pensar magro” consegue extrair energia mesmo sob as novas “condições adversas”.

O truque para ludibriar o efeito platô é não se intimidar. E enganá-lo com atitudes e alimentos corretos. Acompanhe.

  • Dê uma variada no cardápio. Vez por outra, até para não incorrer na rotina que leva ao efeito platô, coloque alguns alimento que ajudam a acelerar o metabolismo, como a linhaça e o chá verde.
  • Varie as atividades físicas. Faça atividades aeróbicas em uma dia e musculares, com levantamento de peso, em outra. Alternar entre a queima de calorias e a tonificação muscular faz com que o corpo “se surpreenda” ao ser exigido.
  • Não deixe de comer! Como já foi dito, não adianta diminuir as porções já diminutas. Isso vale também para o extremo oposto: não recaia nas tentações gastronômicas calóricas, como doces e frituras, por mais apetitosas que elas sejam.
  • Menos sal, por favor. Sal em excesso, além de ser inimigo da pressão arterial, faz com que o organismo acumule mais líquidos, causando a sensação de inchaço.
  • Consulte seu médico. Sim, sempre recomendamos isso. Mas não custa nada reforçar. Ninguém melhor que um médico nutricionista para avaliar as causas do efeito platô.

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