Gordura no fígado: como eliminar essa doença

Um dos efeitos colaterais mais perigosos da obesidade é o acúmulo de gordura no fígado, a chamada esteatose hepática. Conheça a doença e saiba como eliminá-la.

21 de abril de 2017 • Por Mariana, em Assuntos Diversos, Comportamento


Muitos se lembram dos problemas cardíacos quando decidem emagrecer, já que complicações cardiovasculares são as maiores causadoras de óbito. Contudo, um órgão interno tão nobre quanto o coração sofre com a obesidade e o sobrepeso da mesma maneira e costuma ser solenemente ignorado: o fígado.

O acúmulo de gordura no fígado, chamado clinicamente de esteatose hepática, é assintomática e pode comprometer seu funcionamento normal se não for devidamente diagnosticada e tratada.

 


A esteatose hepática

É uma doença que se caracteriza pelo armazenamento excessivo de gorduras nas células do fígado, que tem como principais causas:

  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • Obesidade ou sobrepeso;
  • Hepatites;
  • Uso de corticoides;
  • Alto consumo de colesterol e triglicerídeos.

Por motivos óbvios, iremos nos ater à esteatose hepática causada pela obesidade e pelo consumo de gorduras.


Como diagnosticar a esteatose hepática

Apenas um médico poderá diagnosticar essa e qualquer doença. Geralmente pede-se uma bateria de exames de sangue centrados na atividade hepática, como fator reumatoide, proteína C reativa e antiestreptolisina O (todas cobertas pelo SUS, caso vocês não saibam), além de exames diagnósticos por imagem, como a ultrassonografia e a tomografia.


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Tratamento da esteatose hepática

Felizmente, o fígado é único órgão interno com capacidade de regeneração (um amigo costuma dizer que o fígado é o nosso Wolverine particular. Coisa de nerd) e a esteatose é perfeitamente reversível. Logicamente, cabe a um médico determinar o tratamento correto para cada caso, mas algumas atitudes saudáveis podem ajudar seu fígado a se livrar do excesso de gordura.

Consuma mais verduras e frutas. Os antioxidantes presentes nas folhas verdes, nos frutos amarelos e nas cascas avermelhadas são reconhecidamente amigos do metabolismo por livrá-lo dos radicais livres.

Cuidado com os carboidratos simples. Farinhas refinadas e os pães e bolos feitos com ela, biscoitos e bolachas industrializadas e demais produtos fornecem carboidratos que se acumulam mais facilmente no organismo como gordura, e boa parte dela irá para o figado.

Aumente o consumo de gorduras mono e polinsaturadas. Elimine as fontes de gorduras trans e saturadas e aposte nas gorduras presentes nos peixes, em sementes oleaginosas como a castanha e em óleos como o azeite, a canola e a linhaça. Cuidado com o excesso, pois elas engordam, mas elas auxiliam o corpo a eliminar acúmulos de gordura nas paredes arteriais e no fígado.

Exercite-se, mas sem exageros. Sim, queimar calorias praticando atividades físicas é essencial, mas nada de exageros. O fígado obedece um ritmo próprio de eliminação de gorduras e todos os itens acima mencionados precisam estar em perfeito equilíbrio. Não queria ser uma triatleta já na primeira semana.

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1 comentário

  • xiko • 16/10/2014

    Eu zero minhas gorduras do figado uma vez ano com o método da Dr. Hulda Clark, alias só a primeira que saiu umas duas mil pedrass e pedrinhas de cebo nas fezes, fiquei tão assustado que virei naturopata / fitoterápico maluco beleza. Tenho feito i método mas náo sai nada mais.

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