Insulina e dieta

Um dos hormônios mais importantes para a regulação do que comemos é a insulina, e controlá-la é crucial para o bem estar de todos.

29 de dezembro de 2014 • Por Mariana, em Dicas e Dietas


O senso comum habituou-se a ligar insulina e dieta apenas em casos de diabetes. Embora essa ideia não esteja errada, ela padece de um complemento importante: toda dieta precisa se preocupar com os níveis de insulina secretados na corrente sanguínea.

Essa é a diferença entre pessoas saudáveis e as que são portadoras de obesidade e excesso de glicose no sangue. Basta saber por quais caminhos tortuosos o açúcar pode vir a ser prejudicial.

O caminho da insulina

Ao ingerirmos alimentos fornecedores de glicose – carboidratos e açúcares – , nosso metabolismo encarrega-se de utilizá-lo e eventualmente armazená-lo. O principal hormônio que age sobre a glicose é a famosa insulina.

Produzida pelo pâncreas, ela é responsável pela quebra e consumo da glicose;esse açúcar é transformado em energia e se houver excedentes, serão transformados em glicogênio e gordura.

Enquanto o glicogênio é armazenado no fígado e liberado caso os níveis de glicose estejam muito baixos, a gordura fica sob a pele e não é facilmente reutilizada pelo organismo.

carregando…

Os perigos do excesso de insulina

Quando o consumo de açúcares e carboidratos ultrapassa o limite metabólico, o pâncreas produz maior quantidade de insulina para que os nutrientes sejam devidamente processados. Contudo, esses picos de produção provocam diversos efeitos colaterais adversos:

  • Acúmulo de gordura armazenada.
  • Não permissão da transformação da gordura que já estava estocada em energia, causando obesidade.
  • Aumento artificial da fome.

Controlando os níveis de insulina

O desarranjo hormonal causado pelos picos de insulina, aliados a uma dieta rica em açúcares refinados e carboidratos irá causar obesidade, que é a primeira porta para que o diabetes mellitus ocorra. Os únicos meios seguros conhecidos de controlar os níveis de insulina em uma dieta são:

  • Adição de exercícios físicos aeróbicos, como caminhadas e natação, e anaeróbicos, como a musculação, na rotina diária.
  • Diminuição de consumo de carboidratos simples, oriundos de produtos refinados.
  • Aumento de consumo de legumes, frutas, cereais integrais e fibras.
  • Consultar um médico regularmente e seguir prescrições medicamentosas à risca, caso sejam necessárias.

Consultas com um nutricionista e um endocrinologista são de suma importância para que se tenha um quadro clinico completo, preparado para agir conforme as necessidades de seu metabolismo. Nunca faça nenhuma dieta sem aconselhamento.

Compartilhe

 

Este site site não é farmácia ou consultório médico. Não brinque com sua saúde. Não se automedique. Consulte seu médico, e não confie no que ler na Internet, nem mesmo neste site.

Deixe seu comentário!