Mudança total no hábito alimentar

O ato de comer é um hábito que pode tornar-se uma espécie de vício em alimentos pouco saudáveis. Saiba como substituir e manter as trocas de forma saudável.

11 de fevereiro de 2015 • Por Mariana, em Comportamento


Promover uma mudança total no hábito alimentar é uma tarefa com múltiplas nuances que envolvem os alimentos a serem consumidos, as porções determinadas e como equilibrar o gasto calórico com o que é consumido.

Como não nos cansamos de repetir, essa reeducação alimentar é pessoal e intransferível, devendo ser prescrita por um nutricionista responsável, o que não impede que algumas dicas genéricas e universalmente reconhecidas sejam ofertadas.

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O início cauteloso da mudança alimentar

Para que essa mudança surta os efeitos desejados, é necessário mudar pequenos e arraigados hábitos antes da consulta.Comece a mudança alimentar pelo aumento do gasto calórico. A eliminação do sedentarismo é, literalmente, o primeiro passo.

Para que o organismo não acumule gordura é preciso que se gaste pelo menos a mesma quantidade de calorias consumidas em um dia, e para que isso aconteça o corpo precisa estar em movimento. Exercícios físicos, mesmo os mais prosaicos, são fundamentais para que o gato calórico e o consumo alimentar mantenham-se equilibrados.

O papel dos alimentos

O açúcar é o “tabaco da vez”, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). É inegável a responsabilidade do açúcar no aumento tanto nos casos de obesidade quanto nos de diabetes.

O problema é o prazer que ele proporciona ao paladar e a relutância em abandoná-lo graças a esse detalhe. O segredo nesse caso é o bom senso:

  • Substitua o açúcar por adoçantes livres de sódio no cafezinho e em sucos.
  • Consuma especiarias que eliminem a vontade de comer doce, como canela
  • Limite o consumo de doces a uma vez por quinzena, pelo menos, preferindo frutas secas e chocolate amargo em pequenas porções.

Nunca caia na tentação de eliminar os carboidratos da alimentação. Troque as versões refinadas por carboidratos chamados complexos, que saciam por mais tempo e fornecem fibras, amigas da digestão e do sistema imunológico.

Cereais e massas integrais,frutas e verduras precisam ter sua quantidade diária aumentada na dieta. Isso garantirá a mesma eficiência energética com poucas calorias.

Escolha cuidadosamente as proteínas consumidas. Tão importantes estruturalmente quanto os carboidratos, certas proteínas podem embutir gorduras saturadas indesejáveis.

Prefira cotes de carnes bovinas magras (músculo, coxão mole, alcatra), carnes brancas sem pele e peixes. Consuma-as grelhadas ou assadas.

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Troque os refrigerantes por sucos naturais. Não caia no canto da sereia dos refrigerantes de baixa caloria, já que o excesso de açúcar não é o único problema presente nessas bebidas.

O excesso de sódio presente na composição dos adoçantes usados também é inimigo de uma dieta saudável

Quando as refeições forem feitas fora de casa, evite o fast food e alimentos fritos em imersão de gordura. Prefira alimentos assados e abuse do bufê de saladas se houver.

Beba água. Muita água. De preferência gelada e pelo menos dois litros por dia. Água NÃO ENGORDA. Use e abuse.

Elimine fontes de sal em excesso, como os presentes em alimentos processados. Aprenda a usar outros tipos de tempero para dar sabor à comida, como alho e cebola (possuem efeito anti-inflamatório e auxiliam a digestão e a circulação sanguínea) e especiarias.

Bebidas alcoólicas em geral possuem alto valor calórico, além dos problemas decorrentes do excesso de consumo e do alcoolismo. É possível viver sem álcool, então elimine-o de seus hábitos sem medo.

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