O queijo na dieta

O queijo é um alimento ancestral e pode ser consumido em uma dieta saudável. Veja como.

Incluir queijo na dieta é motivo de intensas discussões até hoje, mesmo com tanta informação disponível sobre alimentos. Mais do que simplesmente emagrecer, engordar ou manter a forma, é preciso saber dosar a funcionalidade do alimento como fonte nutricional.

A boa notícia é que o queijo é um alimento absolutamente saudável, nutritivo e funcional, desde que obedecidas as porções a serem consumidas. Acompanhe.

Propriedades nutricionais do queijo

A imensa maioria dos queijos disponíveis possui alta taxa de proteínas de valor biológico alto, ou seja, é eficaz na formação e manutenção muscular e celular. Como são produzidos a partir de leite de origem animal, são ricos em minerais como o já consagrado cálcio, além de potássio e zinco.

As vitaminas presentes no queijo incluem A, D, B2, B9 e B12. Essa combinação de elementos produz benefícios para o intestino, ao criar um ambiente rico em bactérias que ajudam a digestão, para a boca e os dentes, fortalecendo a dentição e aumentando a proteção contra a acidez da boca.

O queijo também contém CLA, o ácido linoleico conjugado, que ajuda a reduzir a gordura corporal se combinado com mudança de estilo de vida e uma dieta saudável. O alimento ainda auxilia na redução dos níveis de colesterol ruim e melhora as funções do sistema imunológico.

Quais são os queijos mais recomendados?

Ao contrário do que muitos possam pensar, não só os queijos mais caros possuem esses benefícios acima mencionados. Todos os queijos agregam benefícios à dieta e ao organismo, desde que sejam consumidas em porções saudáveis.

Alguns queijos são mais gordurosos ou têm sabor mais pronunciado dependendo do tempo de cura, do ingrediente principal (leite de vaca, de cabra, de búfala…) e do que pode ser agregado à sua produção. Conhecer o queijo a ser consumido também é importante para que a dieta seja eficiente.

Veja alguns exemplos.

Queijo Minas – popular e muito apreciado, fornece cerca de 65 Kcal por 100 gramas e é um dos mais ricos em cálcio. A versão tradicional pode ter cerca de 65% de gordura e a light, 25%. Recomenda-se o consumo de 30 gramas por dia.

Muçarela, ou mussarela, ou mozarela (não vamos brigar com linguistas e puristas. Escolha a versão que mais lhe apetece e seja feliz) – a epítome de queijo para a maioria dos brasileiros, já foi demonizada em vários regimes alimentares por conta de seu alto teor de gordura. Contudo, possui alta taxa de cálcio e pode ser consumida com moderação em uma dieta equilibrada. 30 gramas por dia são suficientes.

Cottage – o queridinho dos nutricionistas por ser rico em proteínas de alto valor biológico e ter valor calórico baixo. Tem um dos mais baixos coeficientes de cálcio entre os queijos mas ganha em valor proteico. 30 gramas por dia, inclusas em saladas principalmente, bastam.

Parmesão – é o “queijo da macarronada”, mas pode ser consumido em cafés da manhã. O sabor forte e pronunciado e a alta taxa de gordura podem ser empecilhos a princípio, mas ele ganha pelo alta quantidade de cálcio. Novamente, 30 gramas por dia e suas propriedades nutricionais farão todo bem necessário ao seu corpo.

Ricota – produzido a partir de soro de leite, tem baixa caloria e a versão light não ultrapassa os 10% de gordura. Mais fornido em cálcio do que o queijo cottage, possui proteínas essenciais.

Considerações finais

O queijo é um excelente alimento a ser incluído em quaisquer dietas saudáveis, mas não deixe de consultar seu médico e seu nutricionista para saber quais tipos de queijo são mais adequados ao seu estilo de vida, ao seu paladar e aos seu bolso.

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